Legislator Case Law & Legislation
927/06 AI generated

927/06 · Tribunal Constitucional

Case Number 927/06
Court / Authority
Jurisdiction Portugal (PT)

Legislator summary

AI generated

Nos presentes autos, vindos do Tribunal da Relação de Guimarães, em que é recorrente A., foi interposto recurso para o Tribunal Constitucional, ao abrigo do disposto no artigo 70º, nº 1, alínea b), da Lei de Organização, Funcionamento e Processo do Tribunal Constitucional (LTC), mediante requerimento subscrito pelo próprio.

Legislator headnote

AI generated

artigos 33º do Código de Processo Civil; 927/06 · Tribunal Constitucional: Nos presentes autos, vindos do Tribunal da Relação de Guimarães, em que é recorrente A., foi interposto recurso para o Tribunal Constitucional, ao abrigo do disposto no artigo 70º, nº 1, alínea b), da Lei de Organização, Funcionamento e Processo do Tribunal Constitucional (LTC), mediante requerimento subscrito pelo próprio.

Keywords

AI generated
constitutional requirement constitutional complaint abroad objection of unconstitutionality lack of prosecutorial standing handwritten signature requirement inadequate constitutional complaint

Cited Legislation

AI generated
artigos 33º do Código de Processo Civil
54 dos presentes autos, o recorrente foi notificado para, em dez dias, constituir advogado, sob pena de o recurso não ter seguimento (artigos 33º do Código de Processo Civil e 83º, nº 1, da Lei de Organização, Funcionamento e Processo do Tribunal Constitucional).
AI generated

Need to analyze how this precedent applies to your matter?

Cross-reference this judgment against statutes, commentaries, and subsequent citing case law inside Legislator AI.

Open in Legislator →

Full text

Acórdão 04/07

ACÓRDÃO N.º 4/2007

Processo nº 927/06

1ª Secção

Relatora: Conselheira Maria João Antunes

Acordam, em conferência, na 1ª secção do Tribunal Constitucional

1. Nos presentes autos, vindos do Tribunal da Relação de Guimarães, em que é recorrente A., foi interposto recurso para o Tribunal Constitucional, ao abrigo do disposto no artigo 70º, nº 1, alínea b), da Lei de Organização, Funcionamento e Processo do Tribunal Constitucional (LTC), mediante requerimento subscrito pelo próprio.

2. Por despacho da relatora, invocando a informação do Conselho Distrital do Porto da Ordem dos Advogados, constante de fl. 54 dos presentes autos, o recorrente foi notificado para, em dez dias, constituir advogado, sob pena de o recurso não ter seguimento (artigos 33º do Código de Processo Civil e 83º, nº 1, da Lei de Organização, Funcionamento e Processo do Tribunal Constitucional).

3. Notificado deste despacho, o recorrente veio requerer que “seja decretada a suspensão da instância no presente processo, até à decisão final do Proc. nº 213/2002 do Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto, onde se encontra requerida contenciosamente a declaração da nulidade da deliberação administrativa invocada” (fl. 92).

4. Por despacho da relatora decidiu-se não tomar conhecimento do requerido, uma vez que o referido requerimento também não se mostra subscrito por advogado (fl. 95).

5. Notificado deste despacho, o recorrente veio requerer que “lhe sejam especificados os fundamentos da decisão ora notificada”, considerando que é “facto incontrovertível que o signatário documenta o seu requerimento em causa, indirectamente – mas desde já protesta apresentar nova cópia desse aresto, se julgado necessário – com o Acórdão de 24-V-2001 do Tribunal Central Administrativo que decretou a suspensão da eficácia da controvertida deliberação da suspensão da sua inscrição como advogado” (fl. 98).

6. Atendendo ao conteúdo do requerimento que antecede, este equivale a reclamação para a conferência do despacho proferido a fl. 95 dos presentes autos (artigo 78º-B, nº 2, da LTC), pelo qual se decidiu não tomar conhecimento do requerido, por não se mostrar subscrito por advogado o respectivo requerimento.

Porém, face à informação do Conselho Distrital do Porto da Ordem dos Advogados, constante de fl. 54 dos presentes autos, e ao disposto no nº 1 do artigo 83º da LTC, não se pode tomar conhecimento da presente reclamação.

Custas pelo reclamante, fixando-se a taxa de justiça em 20 (vinte) unidades de conta.

Lisboa, 9 de Janeiro de 2007

Maria João Antunes

Rui Manuel Moura Ramos

Artur Maurício