Portuguese Constitutional Court dismisses preliminary question due to improper procedural raising of unconstitutionality.
Legislator summary
AI generatedThe Constitutional Court of Portugal dismissed a preliminary question regarding the unconstitutionality of Article 225 of the Criminal Procedure Code. The applicant failed to raise the issue of unconstitutionality in a procedurally adequate manner before the lower court that issued the contested decision. Consequently, the Court ordered notification to the applicant to clarify the interpretation within ten days.
Legislator headnote
AI generatedArticle 72(2) of the Constitutional Court Law; Article 3(3) of the Civil Procedure Code: A preliminary question of unconstitutionality must be raised in a procedurally adequate manner before the referring court; failure to do so precludes the Constitutional Court's knowledge of the matter.
Keywords
AI generatedCited Legislation
AI generatedFull text
Acórdão 216/01 ACÓRDÃO Nº 216/01 Processo nº 62/00 Plenário ACÓRDÃO
Na discussão do presente recurso, foi suscitada a questão prévia do seu não conhecimento, por a recorrente não ter "suscitado a questão da inconstitucionalidade (...) de modo processualmente adequado perante o Tribunal que proferiu a decisão recorrida, em termos de este estar obrigado a dela conhecer" (artigo 72º, nº2, da Lei do tribunal Constitucional), isto é, identificando a interpretação do artigo 225º do Código de Processo Penal cuja constitucionalidade pretende ver apreciada, de forma clara e perceptível.
Após mudança de relator – por a primitiva relatora discordar da presente decisão -, acorda-se em mandar notificar a recorrente, nos termos do artigo 3º, nº3, do Código de Processo Civil (aplicável por força do artigo 69º da Lei do Tribunal Constitucional), para, querendo, se pronunciar sobre a referida questão prévia, no prazo de 10 (dez) dias.
Lisboa, 16 de Maio de 2001 Paulo Mota Pinto Bravo Serra Guilherme da Fonseca Maria Helena Brito Maria dos Prazeres Pizarro Beleza Alberto Tavares da Costa Luis Nunes de Almeida Messias Bento Artur Maurício José de Sousa e Brito Vítor Nunes de Almeida Maria Fernanda Palma José Manuel Cardoso da Costa
ESTÁ CONFORME Lisboa, 16 de Maio de 2001 O Escrivão de direito,