Legislator Case Law & Legislation
TC_19990554 AI generated

Portuguese Constitutional Court dismisses claim challenging mandatory court-appointed defense as already ruled unconstitutional in 1997.

Case Number TC_19990554
Court / Authority
Jurisdiction Portugal (PT)
Outcome Dismissed

Legislator summary

AI generated

The Constitutional Court dismissed a request to challenge the constitutionality of Article 83(1) of the Court of Justice Law. The applicant argued the norm was unconstitutional, but the Court noted this specific issue was already adjudicated in 1997, where the Court refused to declare it unconstitutional. Consequently, the Court ruled the current claim inadmissible due to the existence of a final decision on the same matter.

Legislator headnote

AI generated

Art. 83(1) Lei do Tribunal Constitucional; The Constitutional Court may reject a constitutionality challenge if the norm has already been examined and the Court previously decided not to declare it unconstitutional.

Keywords

AI generated
constitutional challenge mandatory defense res judicata Court of Justice Law reclaim inadmissibility

Cited Legislation

AI generated
Art. 83(1) Lei do Tribunal Constitucional

Cited Case Law

AI generated
Acórdão nº 294/97
A questão de constitucionalidade suscitada nos presentes autos já foi apreciada pelo Tribunal Constitucional, nomeadamente no Acórdão nº 294/97, de 9 de Abril de 1997, em que o Tribunal Constitucional decidiu não julgar inconstitucional a norma agora questionada.
Acórdão nº 326/97
AI generated

Need to analyze how this precedent applies to your matter?

Cross-reference this judgment against statutes, commentaries, and subsequent citing case law inside Legislator AI.

Open in Legislator →

Full text

Acórdão 554/99

ACÓRDÃO Nº 554/99

Proc. nº 185-A/95

1ª Secção

Rel.: Consª Maria Fernanda Palma

Acordam, em Conferência, no Tribunal Constitucional

1. C..., notificado para constituir mandatário nos presentes autos, reclamou para a Conferência, sustentando a inconstitucionalidade da norma contida no artigo 83º, nº 1, da Lei do Tribunal Constitucional.

A questão de constitucionalidade suscitada nos presentes autos já foi apreciada pelo Tribunal Constitucional, nomeadamente no Acórdão nº 294/97, de 9 de Abril de 1997, em que o Tribunal Constitucional decidiu não julgar inconstitucional a norma agora questionada.

No mesmo sentido se pronunciou o Tribunal Constitucional no Acórdão no 326/97 (D.R., II, de 2 de Junho de 1997) que, embora sobre norma diferente (artigo 53º, nº 1, do Estatuto da Ordem dos Advogados), se pronunciou também pela não inconstitucionalidade da obrigatoriedade do patrocínio judiciário.

Assim, pelo essencial das razões constantes dos referidos arestos (para os quais se remete), conclui-se pela improcedência da presente reclamação.

2. Em face do exposto, o Tribunal Constitucional decide não julgar inconstitucional a norma contida no artigo 83º, nº 1, da Lei do Tribunal Constitucional, indeferindo, consequentemente, a presente reclamação, e fixando ao reclamante o prazo de 10 dias para constituir advogado.

Custas pelo reclamante, fixando-se a taxa de justiça em 8 UCs.

Lisboa, 19 de Outubro de 1999-

Maria Fernanda Palma

Vítor Nunes de Almeida

Alberto Tavares da Costa

Artur Maurício

Maria Helena Brito

José Manuel Cardoso da Costa