Constitutional court upholds lawyer order statute clause after reviewing prior non-constitutionality ruling.
Legislator summary
AI generatedThe Constitutional Court denied the applicant's appeal against a clause in the Lawyers' Statute that remained in force after a previous declaration of unconstitutionality. The court relied on its prior decision (No. 169/90) which had already confirmed the clause's constitutionality, finding no new grounds to overturn that established legal position. Consequently, the court rejected the challenge and confirmed the validity of the statutory provision.
Legislator headnote
AI generatedArt. 24.º da CRP; Art. 27.º da CRP: When a norm previously declared unconstitutional is subsequently re-enacted or remains in force, the Constitutional Court must assess its constitutionality anew; if the same legal reasoning and facts apply as in the prior judgment, the norm remains constitutional and the appeal is dismissed.
Keywords
AI generatedCited Legislation
AI generatedCited Case Law
AI generatedRelated Decisions
AI generatedFull text
Acórdão 46/98
ACÓRdÃO Nº 46/98
Proc. nº 498/97
Cons. Messias Bento
Acordam na 2ª Secção do Tribunal Constitucional:
Recorrente: A...
Recorrido: Conselho Superior da Ordem dos Advogados
Nestes autos de recurso, tendo por objecto a norma da alínea i) do nº 1 do artigo 69º do Estatuto da Ordem dos Advogados (aprovado pelo Decreto-Lei nº 84/84, de 16 de Março), na parte que dela restou depois da declaração de inconstitucionalidade, com força obrigatória geral, constante do acórdão nº 143/85 - norma que já foi apreciada por este Tribunal no seu acórdão nº 169/90, publicado no Diário da República, II série, de 11 de Novembro de 1990, aí se tendo concluído pela sua não inconstitucionalidade -, pelos fundamentos deste acórdão nº 169/90, para os quais se remete, concluindo-se, também agora, no sentido da não inconstitucionalidade, decide-se negar provimento ao recurso e confirmar o acórdão recorrido quanto ao julgamento da questão que constitui objecto do recurso, condenando-se o recorrente nas custas, para o que se fixa em oito unidades de conta a taxa de justiça
Lisboa, 3 de Fevereiro de 1998
Messias Bento
Bravo Serra
Fernando Alves Correia
José de Sousa e Brito
Guilherme da Fonseca
Luis Nunes de Almeida