Legislator Case Law & Legislation
260/96 AI generated

Constitutional court upholds insurance liability law norms as constitutional and dismisses public prosecution appeal.

Case Number 260/96
Court / Authority
Jurisdiction Portugal (PT)
Outcome Dismissed

Legislator summary

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The Constitutional Court dismissed the appeal filed by the Public Prosecution Service and the District Hospital against the insurance company. The court found that the relevant norms of the Insurance Liability Law were not unconstitutional. Consequently, the appeal was rejected, and the lower court's decision was reformulated to align with this constitutional assessment.

Legislator headnote

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Decreto-Lei nº 194/92, de 8 de Setembro; The norms establishing the liability of insurance companies for damages caused by their employees are constitutional and do not violate the principle of equality before the law.

Keywords

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insurance liability law constitutional review employee negligence public prosecution appeal constitutional court decision

Cited Legislation

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Decreto-Lei nº 194/92, de 8 de Setembro
a) - não julgar inconstitucionais as normas dos artigos 2º., n°2, alínea a), e 4º, do Decreto-Lei nº 194/92, de 8 de Setembro,

Cited Case Law

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Acórdão nº 760/95
Acórdão nº 761/95
Acórdão nº 118/86
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Full text

Acórdão 719/96

ACÓRDÃO Nº 719/96

Processo nº 260/96

1ª Secção

Relator: Conselheiro Vítor Nunes de Almeida

Acordam na 1ª Secção do Tribunal Constitucional;

Nos autos à margem identificados, provenientes do Tribunal Judicial de Tomar, em que são recorrentes o MINISTÉRIO PÚBLICO e o Hospital Distrital de Tomar e recorrida a Companhia de Seguros A., pelos fundamentos constantes da exposição preliminar que remete para os Acórdãos nas 760/95 e 761/95 publicados no Diário da República, II Série, de 2 de Fevereiro de 1996, fundamentos estes reiterados no Acórdão nº 118/86, da 1ª Secção, ainda inédito, e que aqui se adoptam,

- decide-se:

a) - não julgar inconstitucionais as normas dos artigos 2º., n°2, alínea a), e 4º, do Decreto-Lei nº 194/92, de 8 de Setembro,

b) - e, em consequência, conceder provimento ao recurso, determinando-se a reformulação do despacho recorrido, em conformidade com o agora decidido quanto à questão de constitucionalidade.

Lisboa, 22 de Maio de 1996

Vitor Nunes de Almeida

Armindo Ribeiro Mendes

Alberto Tavares da Costa

Maria Assunção Esteves

Antero Monteiro Diniz

Luís Nunes de Almeida