Constitutional Court upholds conscientious objection law as constitutional, rejecting challenge to Article 18(3)(d) of Law 7/92.
Legislator summary
AI generatedThe Constitutional Court of Portugal rejected the applicant's challenge to the conscientious objection law, ruling the specific provision constitutional. The applicant argued the norm violated rights, but the court affirmed its validity following a precedent set in 1995. Consequently, the appeal was dismissed, maintaining the legal framework for conscientious objection.
Legislator headnote
AI generatedArt. 24.º da CRP; Art. 18.º, n.º 3, alínea d), da Lei n.º 7/92: The provision establishing conscientious objection is constitutional and does not violate fundamental rights.
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Acórdão 346/96
ACÓRDÃO Nº 346/96
ao
ACÓRDÃO Nº 354/96()
Processo nº 480/95
1ª Secção
Relatora: Conselheiro Vítor Nunes de Almeida
Acordam na 1 ª Secção do Tribunal constitucional:
Recorrente: A.
Recorrida: Comissão Nacional de Objecção de Consciência
Nestes autos de recurso, tendo por objecto a norma da alínea d) do nº 3 do artigo 18º da Lei nº 7/92, de 12 de Maio, seguindo na esteira do acórdão nº 681/95, tirado em Plenário e publicado no Diário da República, nº 25/96, II Série, de 30 de Janeiro de 1996, decide-se pela não inconstitucionalidade da norma em causa e nega-se provimento ao recurso.
Lisboa, 6 de Março de 1996
Vítor Nunes de Almeida
Armindo Ribeiro Mendes
Maria da Assunção Esteves
Alberto Tavares da Costa
Antero Monteiro Diniz
Maria Fernanda Palma
José Manuel Cardoso da Costa
() Acórdãos iguais a este e do mesmo Relator: Ac.. 347/96 – Proc. 492/95; Ac. 348/96 – Proc. 504/95; Ac. 349/96 – Proc. 516/95; Ac. 350/96 – Proc. 528/95; Ac. 351/96 – Proc. 540/95; Ac. 352/96 – Proc. 565/95; Ac. 353/96 – Proc. 577/95; Ac.354/96 – proc. 728/95