Portuguese Constitutional Court upholds conscientious objection law against conscientious objector's challenge.
Legislator summary
AI generatedThe Constitutional Court of Portugal rejected the conscientious objector's appeal regarding Article 18(3)(d) of Law 7/92. The petitioner argued the norm violated constitutional rights, but the court found no such violation based on prior precedent. Consequently, the court declared the challenged provision constitutional and denied the request for relief.
Legislator headnote
AI generatedArt. 26.º da CRP; Art. 18.º da Lei n.º 7/92: The constitutional court holds that the statutory provision regulating conscientious objection does not violate the constitutional right to conscientious objection when interpreted in light of established jurisprudence.
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Acórdão 201/96
ACÓRDÃO Nº 201/96
ao
ACÓRDÃO Nº 211/96 ()
Processo nº 546/95
2ª Secção
Relator: Conselheiro Messias Bento
Acordam na 2ª Secção do Tribunal Constitucional
Recorrente: A.
Recorrido: Comissão Nacional de Objecção de Consciência
Nestes autos de recurso, tendo por objecto a norma da alínea d) do nº 3 do artigo 18º da Lei nº 7/92, de 12 de Maio, seguindo na esteira do acórdão nº 681/95, tirado em Plenário e publicado no Diário da República, II série, de 30 de Janeiro de 1996, decide-se pela não inconstitucionalidade da norma em causa e nega-se provimento ao recurso.
Lisboa, 28 de Fevereiro de 1996
Messias Bento
Bravo Serra
Guilherme da Fonseca
Luís Nunes de Almeida
José Manuel Cardoso da Costa
() Acórdãos iguais a este e do mesmo Relator: Ac.202/96 – Proc.571/95;Ac.203/96 – Proc. 722/95;Ac.204/96 – Proc. 734/95; Ac. 205/96 – Proc. 746/95;Ac. 206/96 – Proc. 758/95;Ac. 207/96 – Proc.770/95; Ac. 208/96 – Proc. 782/95;Ac. 209/96 – Proc. 833/95; Ac.210/96 – Proc. 32/96; Ac. 211/96 – proc. 44/96;