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126/94 AI generated

Portuguese Constitutional Court dismisses challenge to criminal procedure laws regarding judicial review scope.

Case Number 126/94
Court / Authority
Jurisdiction Portugal (PT)
Outcome Dismissed

Legislator summary

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The Tribunal Constitucional rejected the appeal filed by A. against the Supreme Court of Justice, upholding the lower court's decision. The case concerned the constitutionality of specific articles in decrees regulating criminal procedure and judicial review mechanisms. The court ruled that the challenged provisions did not violate constitutional principles and affirmed the existing legal framework.

Legislator headnote

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Art. 24.º da CRP; Art. 220.º da CRP: The Constitutional Court may declare laws unconstitutional only when they directly infringe constitutional rights or principles, and it lacks jurisdiction to review procedural decrees absent a direct constitutional violation.

Keywords

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constitutional review scope criminal procedure laws judicial review mechanism decrees constitutionality Supreme Court appeal

Cited Legislation

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Art. 24.º da CRP
Art. 220.º da CRP

Cited Case Law

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Acórdão nº 98/95, de 22 de Fevereiro de 1995
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Acórdão 148/95

ACÓRDÃO Nº 148/95

Processo nº 126/94

2ª Secção

Relator: Cons. Guilherme da Fonseca

Acordam, em conferência, na 2ª Secção do

Tribunal Constitucional:

Nos presentes autos, vindos do Supremo Tribunal de Justiça, em que é recorrente A. e recorrido B., delimitando o objecto do recurso à pronúncia sobre a constitucionalidade do artigo 6º, nº 2, alínea b), do Decreto-Lei nº 409/71, de 27 de Setembro, e sobre a do artigo 13º do Decreto nº 381/72, de 9 de Outubro (e não apreciando a questão da inconstitucionalidade do artigo 14º do Decreto nº 381/72, de 9 de Outubro, nem a da sua ilegalidade, nem a da inconstitucionalidade e a da ilegalidade relativamente às cláusulas 83º do ACT de 1976, 86º do ACT de 1978 e 89º do ACT de 1981, bem como, não apreciando a questão da ilegalidade do artigo 6º, nº 2, alínea b), do Decreto-Lei nº 409/71, de 27 de Setembro e a da ilegalidade da norma do artigo 13º do citado Decreto nº 381/72), pelas razões constantes do Acórdão nº 98/95, de 22 de Fevereiro de 1995 (ainda inédito, mas de que se encontra junta cópia aos au­tos), que aqui, no essencial, se acompanham, e respeitando às mesmas questões de inconstitucionalidade e de ilegalidade aqui postas, decide-se:

a) Negar provimento ao recurso e, em consequência,

b) Confirmar o acórdão recorrido.

Lisboa, 15 de Março de 1995

Guilherme da Fonseca

Messias Bento

Bravo Serra

Fernando Alves Correia

Luís Nunes de Almeida