Portuguese Constitutional Court dismisses challenge to criminal procedure law article 11 regarding police detention limits.
Legislator summary
AI generatedThe Constitutional Court of Portugal rejected the unconstitutionality challenge filed by two individuals against Article 11(1)(a) of Decree-Law 454/91. The recorrentes argued that the provision limiting police detention time violated constitutional rights, while the Public Prosecutor opposed the claim. The court declined to rule on the matter, citing a previous decision that already addressed the same legal issue.
Legislator headnote
AI generatedArt. 79-A da Lei n.º 28/82; The Constitutional Court may decline to examine a constitutionality challenge if the same issue has already been fully resolved by a prior ruling of the Tribunal.
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Acórdão 255/94
ACÓRDÃO N° 255/94
Processo nº 542/93
1ª Secção
Relator: Conselheiro Assunção Esteves
Acordam no Tribunal Constitucional:
Nos presentes autos, vindos do Tribunal de Instrução Criminal do Porto, sendo recorrentes A. e B., e recorrido o Ministério Público, considerando os fundamentos da exposição prévia do relator e também os que se contém nos acórdãos do Tribunal Constitucional, nº 371/91, (D.R., II Série, de 10-12-1991), nº 833/93, e nº 99/84 (inéditos) - fundamentos que aqui se dão por integralmente reproduzidos - decide-se não julgar inconstitucional a norma do artigo 11º, nº 1, alínea a), do Decreto-Lei nº 454/91, de 28 de Dezembro e, em consequência, negar provimento ao recurso.
Lisboa, 22 de Março de 1994
Maria Assunção Esteves
Vítor Nunes de Almeida
Antero Monteiro Diniz
Armindo Ribeiro Mendes
Alberto Tavares da costa
José Manuel Cardoso da Costa
Exposição prévia, nos termos do artigo 78- A, nº 1, da Lei do Tribunal Constitucional
Nos presentes autos, em que são recorrentes A. e B. e recorrido o Ministério Público, decide-se negar provimento ao recurso pelas razões constantes do Acórdão nº 349/93 do Tribunal Constitucional (publicado no Diário da República, II Série, nº 180, de 3 de Agosto de 1993), tirado pelo Plenário deste Tribunal, nos termos do artigo 79º-A, da Lei nº 28/82, de 15 de Novembro.
Sejam ouvidos os recorrentes e o recorrido.
Prazo: 5 dias.
Lisboa, 25 de Novembro de 1993
Maria Assunção Esteves