Legislator Case Law & Legislation
326/93 AI generated

Constitutional court dismisses challenge to deportation law article 9 as not unconstitutional.

Case Number 326/93
Court / Authority
Jurisdiction Portugal (PT)
Outcome Dismissed

Legislator summary

AI generated

The Constitutional Court of Portugal decided not to declare Article 9(1) of Decree-Law 154/91 unconstitutional. The court relied on its previous ruling in Acórdão 331/92, which established that the norm is constitutional. Consequently, the challenged decision was reformed to align with this established constitutional interpretation.

Legislator headnote

AI generated

Art. 9º, n.º 1 do Decreto-Lei nº 154/91; The Constitutional Court holds that a deportation regulation is not unconstitutional when it does not violate fundamental rights or exceed legislative competence.

Keywords

AI generated
deportation regulation constitutional challenge non-constitutional norm previous precedent reformation of decision

Cited Legislation

AI generated
Art. 9º, n.º 1 do Decreto-Lei nº 154/91
Art. 78º-A, n.º 1 da Lei nº 28/82

Cited Case Law

AI generated
Acórdão nº 331/92
Tal como nesse Acórdão nº 331/92 se concluiu - e pelos fundamentos nele aduzidos -, também agora se conclui que a norma do nº 1 do artigo 9º do Decreto-Lei nº 154/91, de 23 de Abril (por si ou conjugado com o nº 2 do mesmo artigo) não é inconsti­tucional.
AI generated

Need to analyze how this precedent applies to your matter?

Cross-reference this judgment against statutes, commentaries, and subsequent citing case law inside Legislator AI.

Open in Legislator →

Full text

Acórdão 426/93

ACÓRDÃO Nº 426/93

Processo nº 326/93

1ª Secção

Rel. Cons. Tavares da Costa

Acordam na 1ª Secção do Tribunal Constitucional

Nos presentes autos em que é recorrente o Ministério Público e recorrida A., concordando-se com a expo­sição prévia oportunamente elabo­rada e tendo em con­ta os funda­mentos aduzidos no Acórdão deste Tribunal nº 331/92, publi­cado no Diário da República, II Série, de 14 de Novembro de 1992, decide-se não julgar inconstitucional a norma constante do artigo 9º, nº 1, do Decreto-Lei nº 154/91, de 23 de Abril, por si ou em conju­gação com o seu nº 2 e, em con­sequência, determi­nar a refor­ma da decisão impugnada em conformi­dade com o presen­te juízo so­bre a questão de constitucionalidade.

Lisboa, 30 de Junho de 1993

Alberto Tavares da Costa

Vítor Nunes de Almeida

Armindo Ribeiro Mendes

Antero Alves Monteiro Dinis

José Manuel Cardoso da Costa

Processo nº 326/93

1ª Secção

Rel. Cons. Tavares da Costa

Exposição nos termos do artigo 78º-A, nº 1, da Lei nº 28/82, de 15 de Novembro:

1.-A questão de constitucionalidade, que constitui objecto deste recurso, já foi decidida por este Tribunal, pelo seu Acór­dão nº 331/92, publicado no Diário da República, II série, de 14 de Novembro de 1992.

Tal como nesse Acórdão nº 331/92 se concluiu - e pelos fundamentos nele aduzidos -, também agora se conclui que a norma do nº 1 do artigo 9º do Decreto-Lei nº 154/91, de 23 de Abril (por si ou conjugado com o nº 2 do mesmo artigo) não é inconsti­tucional.

2.-Ouçam-se, por isso, as partes, por cinco dias, nos ter­mos e para os efeitos do disposto no nº 1 daquele artigo 78º-A.

Lisboa, 26 de Maio de 1993

Alberto Tavares da Costa