177/94 · Tribunal Constitucional
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AI generatedNos presentes autos vindos do Tribunal de Relação de Lisboa, em que é recorrente A., sendo recorrido o Ministério Público, foi confirmada, por acórdão de 8 de Março de 1994, a sentença do Tribunal Judicial de filmada que havia condenado o recorrente como autor material de um crime de condução sob o efeito do álcool, previsto e punível pelos artigos 2º, nº 1 e 4º, nºs 1 e 2, alínea a), do Decreto-Lei nº 124/90, de 14 de Abril.
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AI generated177/94 · Tribunal Constitucional: Nos presentes autos vindos do Tribunal de Relação de Lisboa, em que é recorrente A., sendo recorrido o Ministério Público, foi confirmada, por acórdão de 8 de Março de 1994, a sentença do Tribunal Judicial de filmada que havia condenado o recorrente como autor material de um crime de condução sob o efeito do álcool, previsto e punível pelos artigos 2º, nº 1 e 4º, nºs 1 e 2, alínea a), do Decreto-Lei nº 124/90, de 14 de Abril.
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Acórdão 423/95
ACÓRDÃO Nº 423/95
Processo nº 177/94
2ª Secção
Relator: Conselheiro Luís Nunes de Almeida
Acordam na 2ª Secção do Tribunal Constitucional:
Nos presentes autos vindos do Tribunal de Relação de Lisboa, em que é recorrente A., sendo recorrido o Ministério Público, foi confirmada, por acórdão de 8 de Março de 1994, a sentença do Tribunal Judicial de filmada que havia condenado o recorrente como autor material de um crime de condução sob o efeito do álcool, previsto e punível pelos artigos 2º, nº 1 e 4º, nºs 1 e 2, alínea a), do Decreto-Lei nº 124/90, de 14 de Abril.
O recurso foi interposto com vista à apreciação da inconstitucional idade do artigo 6º daquele Decreto-Lei nº 124/90, e dos artigos 385º, nºs l e 2, e 391º, do Código de Processo Penal. Todavia, apenas cabe apreciar a inconstitucionalidade da norma do artigo 6°, nº l, do Decreto-Lei nº. 124/90. Com efeito, nas alegações apresentadas no Tribunal Constitucional, o recorrente abandonou a questão da inconstitucionalidade dos artigos 385º., nºs l e 2, e 391°, do C. P. P. , apenas tendo pedido que o Tribunal se pronuncie sobre o artigo 6º do Decreto-Lei n°. 124/90; e, relativamente a este último artigo, somente cabe apreciar a norma do nº l, já que as restantes não foram aplicadas na decisão recorrida.
Assim, e pelos fundamentos expostos no Acórdão nº 313/95, cuja cópia se encontra junta aos autos,
Decide-se:
a) Não julgar inconstitucional a norma do artigo 6º, nº1, do Decreto-Lei nº 124/90, enquanto permite que o exame da pesquisa de álcool no ar expirado seja realizado pelo agente da autoridade, mediante a utilização de material adequado.
b) E, consequentemente, negar provimento ao recurso.
Lisboa, 5 de Julho de 1995
Luís Nunes de Almeida
Guilherme da Fonseca
Alberto Tavares da Costa
Messias Bento
Fernando Alves Correia
José de Sousa e Brito
José Manuel Cardoso da Costa