7/92 · Tribunal Constitucional
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AI generatedNos presentes autos, em que são recorrentes A., B. e C. e recorrido o Ministério Público, porque a questão de inconstitucionalidade não foi por ele suscitada perante o tribunal a quo - único que, aliás, poderia aplicar ou desaplicar as normas impugnadas -, decide-se não tomar conhecimento do recurso interposto pelo referido Carlos Manuel.
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AI generated7/92 · Tribunal Constitucional: e C. e recorrido o Ministério Público, porque a questão de inconstitucionalidade não foi por ele suscitada perante o tribunal a quo - único que, aliás, poderia aplicar ou desaplicar as normas impugnadas -, decide-se não tomar conhecimento do recurso interposto pelo referido Carlos Manuel.
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ACÓRDÃO Nº 211/92
ACÓRDÃO Nº 211/92
Processo nº 7/92
2ª Secção
Relator: Conselheiro Luís Nunes de Almeida
Acordam na 2ª Secção do Tribunal Constitucional:
Nos presentes autos, em que são recorrentes A., B. e C. e recorrido o Ministério Público, porque a questão de inconstitucionalidade não foi por ele suscitada perante o tribunal a quo - único que, aliás, poderia aplicar ou desaplicar as normas impugnadas -, decide-se não tomar conhecimento do recurso interposto pelo referido Carlos Manuel.
Custas pelo recorrente, fixando-se a taxa de justiça em duas unidades de conta.
Lisboa, 3 de Junho de 1992.
Luís Nunes de Almeida
José de Sousa e Brito
Messias bento
Fernando Alves Correia
Mário de Brito
Bravo Serra
José Manuel Cardoso da Costa