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225/88 AI generated

225/88 · Tribunal Constitucional

Case Number 225/88
Court / Authority
Jurisdiction Portugal (PT)

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Nestes autos de recurso de constitucionalidade em que são recorrentes A. e mulher, B., residentes da lugar de Pias, freguesia, de S. Clemente, da comarca de Celorico de Basto, e em que são recorridos C. e mulher, D., residentes no mesmo lugar de Pias: Considerando que com tal recurso se pretendia, a um nível imediato, que o Tribunal Constitucional julgasse inconstitucional a norma do artigo 106.º da Lei n.º 38/87, de 23/12, e, a um nível consequencial, que o Juiz da comarca de Celorico de Basto reformasse o despacho de não admissão do recurso de apelação que, para a Relação do Porto, aí haviam interposto os mesmos recorrentes A. e mulher, B., da sentença por ele proferida em acção, de processo especial de restituição de posse, que corria termos naquela comarca;

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artigo 287.º, alínea e) do Código de Processo Civil; 225/88 · Tribunal Constitucional: Decide-se, ao abrigo do disposto no artigo 287.º, alínea e) do Código de Processo Civil, julgar extinto o recurso de constitucionalidade.

Keywords

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objection of unconstitutionality constitutional complaint abroad constitutionality of the laws constitutional revision review procedures inadequate constitutional complaint

Cited Legislation

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artigo 287.º, alínea e) do Código de Processo Civil
Decide-se, ao abrigo do disposto no artigo 287.º, alínea e) do Código de Processo Civil, julgar extinto o recurso de constitucionalidade.
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Full text

ACÓRDÃO N

ACÓRDÃO N.° 281/89

Processo n.º 225/88

1ª Secção

Relator: Conselheiro Raul Mateus

Acordam no Tribunal Constitucional:

Nestes autos de recurso de constitucionalidade em que são recorrentes A. e mulher, B., residentes da lugar de Pias, freguesia, de S. Clemente, da comarca de Celorico de Basto, e em que são recorridos C. e mulher, D., residentes no mesmo lugar de Pias:

Considerando que com tal recurso se pretendia, a um nível imediato, que o Tribunal Constitucional julgasse inconstitucional a norma do artigo 106.º da Lei n.º 38/87, de 23/12, e, a um nível consequencial, que o Juiz da comarca de Celorico de Basto reformasse o despacho de não admissão do recurso de apelação que, para a Relação do Porto, aí haviam interposto os mesmos recorrentes A. e mulher, B., da sentença por ele proferida em acção, de processo especial de restituição de posse, que corria termos naquela comarca;

Considerando que pelo Acórdão n.º 294/88, lavrado a folhas 261 e seguintes, se decidiu suspender a instância e ordenar a baixa do processo ao tribunal a quo para reapreciação, à luz do disposto no artigo 1.º da Lei n.º 49/88, de 19/04, do requerimento de interposição de recurso para a Relação do Porto;

Considerando que, subsequentemente, o Juiz da comarca de Celorico de Basto, tendo em conta o disposto no artigo 1.º da Lei n.º 49/88,veio a admitir o recurso interposto para a Relação do Porto;

Considerando que, desse modo, o fim último visado pelos recorrentes, através do recurso de constitucionalidade, já foi alcançado;

E considerando por fim que, nessas circunstâncias, deixou de ter interesse dele conhecer;

Decide-se, ao abrigo do disposto no artigo 287.º, alínea e) do Código de Processo Civil, julgar extinto o recurso de constitucionalidade.

Sem custas.

Lisboa, 9 de Março de 1989

Raul Mateus

Vital Moreira

Antero Alves Monteiro Diniz

Armando Manuel Marques Guedes